O Agente Secreto

O Agente Secreto (2025)★ 7.5/10

R · BR,FR,NL,DE,US,MX · 161 min · 18 de maio de 2025

  • Crime
  • Drama
  • Mistério
  • Suspense

Direção: Kleber Mendonça Filho

Roteiro: Kleber Mendonça Filho

Em 1977, Marcelo, um especialista em tecnologia, busca refúgio e se reunir com seu filho durante o Carnaval em Recife, mas encontra a cidade cheia de violência e perigo.

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Prêmios · 6 prêmios, 9 indicações

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Críticas

AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Kleber soube o que fazer, precisava mostrar sentimentos mesmo pra quem não acreditava, precisava representar dor pra quem nunca conseguiria senti-la.
LLee Rosal1 de junho de 2026
Aqui Kleber encontrou a medida, um equilíbrio muito bom para o que vem trabalhando ao longo de sua filmografia e consegue falar com todos nós, com os brasileiros e sua historia, seu passado e sua cultura, e também com os estrangeiros, levando o Brasil além, para os que não o conhecem, mas tudo isso com uma mistura gostosa de referencias daqui e dali. Ele manja, é provado e comprovado.
GGUILHERMEWALLA😃DARES15 de fevereiro de 2026
Excelente,MUITOOO BOOOM,vamos torcer para ele levar a estatueta como Globo de Ouro no próximo mês:março agora de 2026
CCinéfila Consumidora16 de janeiro de 2026
O estilo de Kleber Mendonça Filho é exclusivo, algumas vezes inclusive excêntrico, porém a produção é impressionante. A história embora ficcional, continua relevante por explorar um período de opressão no Brasil que infelizmente nos marca até os dias atuais, mas o ritmo lento em alguns momentos pode se tornar cansativo. A atuação de Wagner Moura, principalmente, é digna de reconhecimento e premiações estrangeiras.
LLaurenKing24 de novembro de 2025
Escrever a respeito de memória é sempre complicado. Pois a própria memória se torna delicada de se descrever, temos memória de vista, de audição, de tato, de cheiro, até o gosto da comida relembra de coisas que você jamais pensava que lembraria, o esquecimento se vê desafiado a existir, mas ele sempre está aqui.
O Agente Secreto trata justamente de como esse esquecimento não pode chegar ao nosso caminho, como é necessário sempre se relembrar o porquê de estarmos aqui e quem nos trouxe até aqui, ver toda essa construção de vida jogada no lixo, por não ter a menos a oportunidade de faze-la vir a luz do dia é realmente muito triste.
Kleber Mendonça Filho usa muitas técnicas aqui, desde uma direção ao estilo terror clássico dos anos 60, até diálogos extensos com longas pausas e sem cortes. Essa variedade de técnicas são muito bem encaixadas no filme, ele sabe quando é o momento certo de se trocar de um plano contra plano para uma câmera que muda de lugar dentro do carro. Além é claro da fotografia perfeita, colorida, viva que temos nesse filme, nada daquele tom morto que vemos principalmente na década passada, aqui o que é amarelo vai ser amarelo até doer os olhos. Mas infelizmente o filme tem um problema seríssimo de montagem, principalmente nas péssimas horas de mudar para a linha do tempo do presente que se vê completamente perdidas aqui, atrapalhando o ritmo do filme que já é lento e necessita da atenção do espectador.
AAnder Cover11 de novembro de 2025
Direção magistral de KMF! O modo como o tema "memória" é retratado é fascinante! Um filme sobre repassar as lembranças, os documentos, as informações. Nossa história sempre precisa ser lembrada!
RRamona Vizcaya22 de abril de 2026
Una crónica muy interesante sobre tiempos de opresión y dictadura.
EEster Possevini10 de abril de 2026
Esterpossevini
EEzequiel Maldonado Ok17 de fevereiro de 2026
La gran joya de los Oscar. Gracias por recomendarla amigos.
Espero que gane mejor actor, película extranjera y (lo dudo mucho)mejor película.
Película extremadamente interesante, inteligente, basada en los setenta. Epoca que quizá sea la más retratada en Latinoamerica por razones obvias, pero acá lo hace de una manera espectacular. La señora hace un papel tremendamente gracioso. La amo.
EEllen Dimaggio30 de janeiro de 2026
La mejor extranjera del 2025
SStevenCsMovies28 de janeiro de 2026
Brazil is in the spotlight right now with two movies. First, it was I’M STILL HERE. Now, it’s the Golden Globe-winning historical neo-noir political thriller THE SECRET AGENT. While I’M STILL HERE took place in the South-East region of Rio, this one takes place in the North-East region of Recife. Both movies feature the nightmarish military dictatorship of the 1970’s, but in different ways. Corruption, disregard for truth, and indifference to suffering are common in this time and place. It shows a dark piece of Brazilian history. The opening scene is a masterclass of suspense, setting the tone for what we’re about to watch. It’s a story about Marcelo (Wagner Moura), a man who’s trying to lay low. I can’t really say too much more about him, but he ends up living with people like him. I really enjoyed Dona Sebastiana, played by Tânia Maria. She takes him in and deserves her own movie. I enjoyed this experience, but not as much as a lot of movie critics. I just think maybe some things went above my head a bit. It has intentional ambiguity, perhaps too much for me, especially because I was busy reading subtitles. There’s a subplot involving a human leg that’s found inside a shark’s mouth. There’s a theme of how a government can steer the narrative in whatever way that most benefits them. The characters are fully fleshed out. Moura is a movie star, already winning a Golden Globe for this performance. This film is multifaceted. It’s a love letter to cinema and the preservation of it. The preservation of culture itself. There was one storytelling choice I didn’t really get, but I believe I’m getting close to. Overall, THE SECRET AGENT is an unconventional slow burn thriller that takes its time getting the audience used to its dangerous environment and time period. It’s thematically rich and has amazing performances. It has been nominated for four Academy Awards: Best International Film, Best Actor for Moura, Best Casting, and Best Picture. This film is very important to Brazil and its people, as it tries to heal the country’s fractured memory of a horrible dictatorship. We don’t want history repeating itself, right?
EEsteban Eordogh23 de janeiro de 2026
Qué viaje tan extraño y, a ratos, asfixiante es asomarse a El Agente Secreto (la versión de 1996, basada en la joya de Joseph Conrad). Te deja con esa sensación amarga en la garganta, como cuando te das cuenta de que el mundo es mucho más gris y complicado de lo que nos gusta admitir en nuestras fotos de redes sociales.
​Un laberinto de soledad y pólvora
​Lo que más me golpeó no fue la trama de espionaje o los tintes políticos de la Londres victoriana, sino la fragilidad humana. Bob Hoskins está inmenso como Verloc. No es el típico espía elegante a lo James Bond; es un hombre sudoroso, mediocre, atrapado entre dos fuegos y devorado por su propia cobardía. Te dan ganas de sacudirlo y, al mismo tiempo, de apartar la mirada.
​Pero el corazón roto de la película —el que de verdad te deja pensando cuando se apaga la pantalla— es Patricia Arquette. Su personaje, Winnie, es el recordatorio de que, en los juegos de poder de los hombres "importantes", siempre son los inocentes quienes terminan pagando los platos rotos. La tragedia del pequeño Stevie no es solo un punto en el guion; es un puñetazo al estómago que te recuerda lo fácil que es romper una vida por una ideología vacía.
​Lo que me hizo vibrar (y lo que me chirrió)
​La atmósfera: Esa Londres sucia, llena de niebla y sombras, se siente casi como un personaje más. Puedes oler el hollín y el miedo.
​El reparto de lujo: Ver a un joven Christian Bale o la intensidad perturbadora de Robin Williams (en un papel sin acreditar que es puro fuego) le da un peso actoral que hoy en día cuesta encontrar.
​El ritmo: A ver, seamos honestos: no es una película para ver con el móvil en la mano. Es lenta. A veces se siente tan pesada como el abrigo de Verloc, y entiendo perfectamente a quien se desespere un poco en el segundo acto.
​Reflexión final
​No es una película "disfrutable" en el sentido tradicional. No sales de ella con ganas de comerte el mundo, sino con ganas de abrazar a los tuyos y protegerlos de la locura de los extremismos. Es un retrato crudo de cómo la ambición y la falta de empatía pueden convertir un hogar en un campo de cenizas.
​Si buscas acción trepidante, pasa de largo. Pero si quieres una historia que te hable de la traición, el remordimiento y la vulnerabilidad, dale una oportunidad una noche que estés de humor introspectivo.
​Valoración: 💫💫💫 (3 de 5 estrellas)
Es sólida, honesta y dolorosa, aunque a veces se pierde un poco en su propio pesimismo.

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