Críticas

Idiotas (2026)
MModerno Veneza Cinema & Cultura1 de setembro de 2026
'Idiotas' é um filme com personalidade. Não porque seja necessariamente uma comédia para todos os públicos, mas porque sabe qual experiência quer proporcionar e não tenta se adaptar para agradar quem procura outro tipo de humor. Dave Franco ajuda a sustentar essa mistura com sua versatilidade, Mason Thames abraça um personagem difícil de gostar e Kiernan Shipka surge como a grande surpresa. É uma comédia que transforma o absurdo em ferramenta para falar sobre escolhas, consequências e diferentes formas de enxergar a vida.

Por Andreza Nunes
Só Por Uma Noite (2026)
MModerno Veneza Cinema & Cultura1 de setembro de 2026
O longa é mais uma comédia romântica, porém, ele consegue trazer humor, com dois personagens adultos e situações criativas e inusitadas, fazendo com que se destaque mesmo diante dos clichês do gênero. 'Só Por Uma Noite' não tenta reinventar completamente o gênero da comédia romântica, mas utiliza uma premissa absurda e divertida para construir uma história leve, caótica e, acima de tudo, gostosa de assistir. Num cenário em que as comédias românticas seguem rareadas, 'Só Por Uma Noite' é um interessante oásis em meio a tantas opções pouco atrativas.
Grand Theft Auto VI: Um Olhar Estendido (2026)
BbyJoãoVitorBatista31 de agosto de 2026
Chega logo novembro! A Netflix lançou uma prévia do que está por vir em GTA VI e, olha… eu gostei muito do que vi!

Os gráficos estão absurdos e a jogabilidade promete bastante. As expressões faciais dos personagens, principalmente, estão surreais. Em alguns momentos, parece que estamos assistindo a um filme.

Também achei muito interessante essa ideia de deixar a cidade mais viva e próxima da dinâmica real de uma grande metrópole, onde tudo tem consequências. Pelo que foi apresentado, o mundo do jogo deve reagir muito mais às nossas escolhas. Os NPCs terão novas interações e comportamentos, o que pode deixar a experiência ainda mais imersiva.

Também gostei da possibilidade de trocar entre os protagonistas de uma forma rápida e prática, algo que parece deixar a experiência ainda mais dinâmica. Já estou doido para pegar a estrada, explorar tudo e, claro, fugir da polícia da melhor forma possível hahah.

Enfim, parece que teremos muito o que fazer, explorar e, claro, causar o caos nessa cidade Hahaha. Agora é esperar novembro chegar! 🎮🔥
Miss You, Love You (2026)
BbyJoãoVitorBatista30 de agosto de 2026
Uau… quantas camadas temos aqui.

Alison Janney interpreta Diane, uma mulher completamente em pedaços, enfrentando um duplo luto. De um lado, a recente morte do marido, Henry. Do outro, o abismo que cresce a cada dia entre ela e o filho, Tyler.

Do outro lado, temos Andrew Rannells interpretando Jamie, assistente de Tyler, que é enviado para ajudar Diane durante os dias que antecedem o funeral. Parece uma premissa simples, mas o que o filme constrói a partir daí é surreal.

A história é praticamente toda conduzida pelos diálogos entre esses dois personagens. E é justamente a cada conversa, discussão e silêncio que vamos descobrindo novas camadas: o ressentimento de Diane pelo filho distante, os sentimentos de Jamie por Tyler, o luto de uma mulher que acabou de perder seu parceiro de vida, os conflitos de Jamie com a própria sexualidade e tantas outras questões que vão aparecendo aos poucos.

Para ter uma ideia do quanto gostei dessa construção, em vários momentos tive a sensação de estar lendo um livro muito bem escrito. Os diálogos são muito bem construídos e os personagens parecem ter sido pensados nos mínimos detalhes. E o mais interessante é que Tyler e Henry sequer aparecem no filme, mas são tão bem construídos através das conversas entre Diane e Jamie que, depois de um tempo, parece que já conhecemos os dois.

Alison Janney está fenomenal. Dá para sentir a dor daquela mãe dividida entre a perda do marido e o afastamento do filho, carregando anos de ressentimentos e questões mal resolvidas. O olhar, o rosto, a mão trêmula, a maneira como ela fala… tudo contribui para criar uma sensação muito real de sofrimento.

E a interação dela com Andrew Rannells é fascinante. Desde o primeiro encontro entre os dois, eu fiquei completamente preso. Eles funcionam muito bem juntos. Em diferentes momentos, senti raiva, compaixão, solidariedade, desconforto e até carinho pelos personagens. É uma relação que vai mudando conforme as coisas são reveladas.

O filme também sabe quando aliviar a tensão. Algumas escapadas para o humor funcionam muito bem e ajudam a respirar depois de momentos mais pesados. A personagem Judith, a vizinha, cumpre muito bem esse papel e conseguiu arrancar algumas risadas no meio de todo aquele drama.

A questão da sexualidade também está muito presente e, para mim, foi tratada de uma maneira muito sensível. Mas o que realmente ficou comigo foram as falas de Diane sobre o filho. Algumas delas vão ficar na minha memória por bastante tempo. Porque, no fim das contas, o amor de mãe é uma coisa difícil de explicar.

Tenho a sensação de que Saudades, Te Amo é uma dessas pequenas joias que a gente descobre quase por acaso. É um filme de diálogos, sentimentos e personagens, daqueles que parecem simples por fora, mas vão ficando cada vez maiores conforme você presta atenção.

É para assistir segurando a respiração e tentando engolir o choro. E não duvido de vermos essa belezura nas premiações. Que obra!
O Caminho das Nuvens (2003)
BbyJoãoVitorBatista29 de agosto de 2026
A nossa Odisseia brasileira! Que filme cheio de brasilidade, meus amigos.

Com Wagner Moura e a incrível Cláudia Abreu à frente, O Caminho das Nuvens acompanha a longa jornada de uma família pelo Brasil rumo ao Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor. É uma história simples, mas que carrega uma força enorme justamente por mostrar algo tão próximo da realidade de muitas famílias brasileiras.

Wagner Moura está ótimo como esse pai marcado pelas dificuldades da vida, mas que continua insistindo em encontrar um futuro melhor para os filhos. E Cláudia Abreu está fenomenal. Ela carrega no olhar a dor de uma mãe que vê os próprios filhos enfrentarem a fome e tantas outras dificuldades, muitas vezes sem poder fazer muita coisa. É uma atuação muito silenciosa, mas que transmite bastante.

E não é uma jornada fácil. Pelo caminho, essa família enfrenta fome, sede, os perigos da estrada e aquela incerteza constante de não saber se, no fim, realmente vai encontrar uma vida melhor. Mesmo assim, nada consegue quebrar o amor e a união entre eles. E isso é muito bonito de acompanhar.

Para mim, a alma brasileira está muito presente nesse filme. A regionalidade, os personagens, os lugares, os desafios… é difícil não reconhecer um pouco do Brasil real em tudo aquilo.

A fotografia também é linda, valorizando principalmente a vegetação e a arquitetura do Nordeste brasileiro. E a trilha sonora, recheada de Roberto Carlos, dá um toque especial à viagem Hahaha. O filme também sabe ser engraçado quando precisa, e a regionalidade dos personagens rende várias cenas divertidas no meio de uma história tão pesada.

No geral, achei um filme excelente. Uma verdadeira viagem pelo Brasil, com todos os seus problemas, belezas e contrastes. E, para melhorar ainda mais a experiência, assisti em ótima companhia. Aí não tem erro!
Yu Yu Hakusho (1992)
IIsaías Ardon26 de agosto de 2026
Contém spoilers
buen anime la verdad 10 de 10
A Pervertida (2000)
Aaura salalala24 de agosto de 2026
Bomm
Most Disturbed Person on Planet Earth (2013)
UUser-150424441022 de agosto de 2026
Contém spoilers
Wndhahd shshshdvsh shabeja shw shq xu
Marcados Pelo Passado (2024)
UUser-150422133320 de agosto de 2026
Espero q tenha todas as temporadas e episódios
O Fim da Rua (2026)
AAnder Cover19 de agosto de 2026
Uma das grandes surpresas do ano!

Super divertidinho bem na pegada aventuresca anos 80, alguns takes bem criativos, aprofundamento em todos os personagens relevantes.

Não achei nada jogado, tudo ali tava compondo certinho, sem rodeios desnecessários.

De verdade, não estava dando muita coisa para o filme e me surpreendi bastante!

“O Fim da Rua” é, em 2026, tudo o que Spielberg tentou e falhou miseravelmente em “Dia D”
A Professora de Piano (2001)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Isabelle Huppert é o motivo de onde eu busco tanto qualidade em atuações femininas.
Mishima: Uma Vida em Quatro Tempos (1985)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Nunca vi algo tão lindo visualmente, parece que nasci e vivi até o dia que assisti Mishima, o pós aguarda o momento que assistirei algo tão bonito novamente.
O Agente Secreto (2025)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Kleber soube o que fazer, precisava mostrar sentimentos mesmo pra quem não acreditava, precisava representar dor pra quem nunca conseguiria senti-la.
Scarface (1983)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Al Pacino
Dogville (2003)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Desconfortavel ao ponto, o final é a alegria que se espera pós sofrimento.
12 Homens e uma Sentença (1957)
AAlexandre Jr18 de agosto de 2026
Sidney Lumet mostrando plenamente um colírio pra quem aprecia um bom áudio-visual.
O Fim da Rua (2026)
MModerno Veneza Cinema & Cultura17 de agosto de 2026
'O Fim da Rua' usa algo que se perdeu (ou não se prestou a usar) nos derivados mais recentes de 'Jurassic Park' (1993): a evolução da ação e da aventura com o fio condutor dramático de seus protagonistas. Anne Hathaway carrega com proeza a Denise, que além de lidar com seus dilemas, ainda tem que tirar a família na arapuca em que estavam metidos. McGregor trabalha bem com um personagem que pode despertar a antipatia do público, devido a como encara os problemas e adversidades. Isso dá o tom em como os Platt precisam se sobrepor apesar de suas diferenças, para conseguirem se salvar do cenário inóspito.

Outro ponto a se destacar de 'O Fim da Rua' é que o longa se explica sem didatismo. Embora haja algumas questões a possíveis lacunas que surjam por causa da condução do roteiro, o filme tem êxito em conciliar as teorias científicas com a fluidez da narrativa, muito do que vemos na extensa filmografia de Steven Spielberg. Aqui se evita um equívoco que tem sido recorrente: de composição teórica científica se sobrepor à dramaticidade e nas consequências dos eventos em que provocam contundentes traumas nos protagonistas.

Por Everaldo Júnior
Goosebumps 2: Halloween Assombrado (2018)
UUser-150417532215 de agosto de 2026
Contém spoilers
Dejenme ver
Fruits Basket (2019)
UUser-142191076114 de agosto de 2026
Fruits Basket, es una animación excelente que te enseña a valorar cada momento vivido con tu seres queridos, como si fuera un tesoro.

Te enseña a valorar a tu madre, a tus allegados y a tus amigos, pero al mismo tiempo nos ayuda a liberar y seguir adelante, puedes tener lindo recuerdos y inmortalizarlo, siempre y cuando creando tu propia personalidad y tu propia vida.

Las cosas malas, las dejamos en el pasado... Y con las cosas buenas construimos un futuro sin miedo. _MZYCH1801-
O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)
CCinéfila Consumidora13 de agosto de 2026
A good sequel, though it lacks the appeal of the first film. Seems like Spielberg didn’t put up with such hard work as he did previously.