Críticas

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)
CCinéfila Consumidora13 de agosto de 2026
A classic is a classic. True Spielberg from beginning to end.
Presos no Gelo (2006)
HHenrique.Maciel13 de agosto de 2026
Se tratando de um filme Norueguês e se passando fácil na dinâmica entre os personagens, temos um slasher genérico e friento aqui com nada novo a ser oferecido.
O filme passa fácil na lista de slashers escondidos que vale a pena ser considerado em uma terça-feira a noite.
Most Disturbed Person on Planet Earth III (2019)
UUser-150413069710 de agosto de 2026
Contém spoilers
krhv
Most Disturbed Person on Planet Earth (2013)
UUser-15041275199 de agosto de 2026
Contém spoilers
World is most disgusting video very good
O Expresso da Meia-Noite (1978)
GGUILHERMEWALLA😃DARES6 de agosto de 2026
📌Filme legal&mediano!o importante até quando o filme fantasiou,já que foi baseado em fatos reais.
Procuro Uma Cama (1982)
UUser-15040919556 de agosto de 2026
Top de mais
Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026)
AAnder Cover31 de julho de 2026
Certamente, um dos melhores filmes do personagem Homem-Aranha. Creio que seja o mesmo sentimento que tive com alguns exemplos recentes de "Superman" do Gunn, ou com "Batman" do Reeves. São filmes que não considero perfeitos, mas são puramente respeitosos com a natureza de seus personagens e toda sua mitologia diante da figura do super-herói pós 2010.

"Um Novo Dia" é, definitivamente, um filme de quadrinhos, daqueles que juntam diversos heróis maneiros que não necessariamente precisariam estar juntos, mas estão. E a criança interior acaba se empolgando com tudo aquilo.

Entretanto, isso não esconde o fato de ser um pouco cansativo pela longa duração, além de outras conveniências pouco inspiradas. Não costumo reclamar de longas durações, principalmente quando são preenchidas por dinamismo. E aqui não falta dinamismo (isso é fato). O meu problema talvez seja com a saturação do sub-gênero (questão mais pessoal mesmo), fazendo diversos momentos do longa ser apenas um emaranhado de lutas entre bonequinhos que não vão levar a lugar algum. Confesso que já cansei disso quando se torna aos montes (amo super-heróis, mas uma hora vai batendo né). E tá tudo bem. Um dia já fiquei muito empolgado com isso. Hoje não tanto. Vida que segue.

Mas devo admitir que é reconfortante ver "a palavra sendo passada adiante". Assisti ao filme na pré-estreia e ver inúmeras criancinhas ali empolgadas com suas roupinhas do amigão da vizinhança me faz lembrar lá de trás, quando eu estava assim. Nunca vou esquecer quando assisti "Homem-Aranha 3" em 2007 (presente surpresa de aniversário que minha mãe e meu irmão me deram).

Enfim, o Homem-Aranha do Tom Holland não é o meu Homem-Aranha, mas isso pouco importa para ficar entregue à emoção do drama daqueles personagens. Quando o personagem é bom e bem escrito, é o que vale. E em termos técnicos, "Um Novo Dia" é claramente superior aos anteriores de Jon Watts. Destin Daniel Cretton elevou o nível da franquia.

Uma boa e confortável opção no meio de um MCU altamente desinteressante. Esperanças para o futuro? Particularmente nenhuma. Mesmo com a apresentação de novos personagens que supostamente vão ser muito importantes daqui para frente. Mas não vejo um futuro muito sólido nesse universo.
A Pervertida (2000)
MMaicon Gonçalves29 de julho de 2026
Bom
Mestres do Universo (2026)
ÁÁlvaro Damascena29 de julho de 2026
Um He-Man marvelizado enfrentando a masculinidade tóxica. Acho que não poderia definir melhor esse filme destacando o positivo e o negativo dele. Por um lado, um filme que tem um tema e um dilema, e sabe ser galhofa na medida certa. Por outro, segue o protocolo do que o cinema blockbuster hollywoodiano atual tem de pior.

Adjetivar Mestres do Universo como marvelizado não é exatamente culpar a Marvel, é simplesmente colocá-la no seu devido lugar como representante dos maiores sucessos da indústria da década passada e que gerou uma fórmula que transformou o que tinha de único em enlatado. Piadas toda hora, inseridas de forma protocolar, racionalismo que pega elementos clássicos da obra original e debocha deles por debochar. Numa autoconsciência que ora funciona, mas na maioria das vezes é pedante. Um filme que segue uma cartilha pronta e guarda elementos para sequências do jeitinho que tem que ser, com cena pós créditos e tudo.

Contudo, mesmo Mestres do Universo tendo todos esses defeitos ele os compensa com um coração e a intenção de fazer algo interessante. pegar um ícone masculino e não só debochar dele com certa propriedade, mas questionar e reverenciar a figura na mesma medida. O filme é sobre a incapacidade e frustração do Adam em ser "homem" como todos aqueles guerreiros, ele é um cara do dialogo e não da porrada.

É quase o que a Mattel fez em 2022 com Barbie, questionando o impacto da boneca, só que de forma menos metalinguística. É um garoto que quer se provar mesmo já tendo a força, essa é a questão. E por mais que siga uma cartilha, ele toma coragem para ser um filme de boneco no bom sentido. Como se uma criança pegasse e desse golpes impactantes, fatalities de Mortal Kombat em certas cenas. A mensagem deixa de ser rasa quando encontra seu obstáculo, seu vilão.

Afinal, como não soar ingênuo defendendo a não violência quando seu inimigo é cruel e o mal encarnado? O esqueleto de Jared Leto é um ponto alto de carisma por ser esquentado que nem no desenho e respeitado pelo seu poder, mas em essência, ele também é ridículo e todos ao seu redor sabem disso. Só não tem a coragem para dizer. O caminho que o filme toma é o da aceitação, aceitar quem nós somos enquanto homens, que não precisam ser violentos. Mas ainda sim, existem inimigos com os quais não se pode conversar, e é dessa confiança construída que vem a força para os enfrentar. Falo em tom de sermão, de fábula, de ensinar uma lição para as crianças pois isso é He-Man em sua mais pura essência. Não é para ser sutil, se preciso, falar ao final a mensagem para deixar claro para as crianças.

Compreender isso é essencial para apreciar Mestres do Universo como uma homenagem épica aos anos 80, com guitarras heroicas ao fundo. E sem nunca esquecer o quão ridículo, sensual em certa medida e épico tudo aquilo pode ser.
Supergirl (2026)
ÁÁlvaro Damascena29 de julho de 2026
Contém spoilers
Poucas vezes eu saí de um filme triste porque queria ter gostado, não tem a ver exatamente com expectativas do que poderia ser. É simplesmente ficar curioso para o que pode ser, um filme baseado num quadrinho legal e com uma personagem incrível que no fim... acabou sendo um poço de boas ideias. Um poço fundo de ideias que não sabe desenvolver, que não compreende o que seu antecessor, Superman, fez para emocionar. Se pararmos para analisar, Supergirl de 2026 é Superman de 2025 ás avessas.

Quando Superman foi anunciado havia um receio quanto ao estilo de James Gunn, sobre como ele conduziria o filme como fez Guardiões da Galáxia. Piadinhas a todo momento, muita música e cenas de ação com elas ao fundo. No entanto, ele surpreendeu em fazer um filme que tem muito de sua marca, mas que mesmo assim é diferente na execução, devido ao tom do personagem. Supergirl sofreu os mesmos ataques, por ser "James Gunn demais" e uma cópia de Guardiões. O que parecia até infundado, visto que só tínhamos trailers e o diretor nem era Gunn, e sim Craig Gillespie do ótimo "Eu, Tonya", Cruella e Garota Ideal.

Contudo, essas críticas mesmo infundadas se mostraram certas, quase uma premonição do que viria. Seja por dedo do próprio Gunn(o que me deixa especialmente desapontado, visto que a proposta do DCU era a liberdade criativa), ou por decisões de roteiro e direção, Supergirl tem aquela energia de Guardiões da Galáxia e o estilo Gunn, uma protagonista que ama música, é irreverente e festeja no espaço com alienígenas. A questão, é que isso não é ruim, não considero o estilo Gunn ruim, considero o que foi apropriado dele no cinema blockbuster atual ruim. Pois ele domina bem esses artifícios, balanceia com o drama etc. Mas o jeito "marvelizado" que é uma junção de tudo que deu certo na Marvel em bilheteria, sendo Gunn, irmãos Russo e Taika Waititi as principais referências nessa receita de bolo. É o que me desagrada.

Supergirl é cheio de boas ideias, mas não consegue ir além, segue um caminho artificial e protocolar de cenas de ação com músicas que não empolgam. Cenas que facilmente poderiam estar em Superman, mas que não tem o mesmo brilho. O luto, a vingança, o carisma de Lobo enquanto contraponto da Supergirl, ela enquanto símbolo de esperança e ainda assim numa vertente diferente de seu primo... está tudo ali. Só não tem peso algum, pois é atropelado por uma formula pasteurizada, de um estilo replicado porcamente. Se existia uma discussão sobre violência e tráfico humano realmente relevante, aqui vira mais um detalhe no roteiro para como seu vilão é ruim.

Krem é uma mistura de carisma forçado com um ser odioso, também forçado. É tudo que a gente já viu por ai jogado na tela, como se o filme implorasse para que sintamos algo. São uma hora e quarenta minutos de músicas toda hora, em cenas esquecíveis. Atores bons em um roteiro que anda do ponto A ao B num piscar de olhos, fora a inabilidade de lidar com sua protagonista. Ele nerfa ela ao extremo, sempre kryptonita e sempre sóis vermelhos, muletas gigantescas.

É frustrante ver que a mulher traumatizada, bruta e ao mesmo tempo gentil que é Kara Zor-El ter isso dito em falas soltas, porque o filme não consegue nos fazer ver isso nela de verdade. Não vemos a gentileza, vemos uma garota que o filme quer nos enfiar goela abaixo que é "cool". Uma mistura de Guardiões e Superman piorados, sendo um filme que a todo momento quer dizer que é diferente, não pensou em nos fazer sentir que era. Ou talvez tenha atropelado isso também.
Código de Conduta (2009)
HHarri Harry28 de julho de 2026
...
Marsupilami: Confusão a Bordo (2025)
MModerno Veneza Cinema & Cultura27 de julho de 2026
Nem mesmo o humor consegue sustentar a proposta por muito tempo. Boa parte das piadas aposta em um tipo de comicidade exageradamente tosca, que insiste no constrangimento como recurso cômico e acaba nivelando a produção por baixo. Algumas sequências envolvendo o Marsupilami e o filho de David, por exemplo, ultrapassam a travessura e acabam provocando mais desconforto do que diversão. São momentos que podem até passar despercebidos hoje, mas dificilmente envelhecerão com a mesma complacência.

Por Ayanne Lima
Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026)
GGabriel Almeid Garci Lemes27 de julho de 2026
Contém spoilers
bo
Ciúme Assassino (2018)
UUser-150393948222 de julho de 2026
Contém spoilers
Maravilha
O Convite (2026)
AAnder Cover20 de julho de 2026
Um dos melhores do ano, sem dúvidas! Wilde consegue extrair quatro atuações deliciosamente intensas. O filme consegue muito com o pouco que tem. A limitação do espaço do apartamento dá ainda mais intimidade no desconforto, típico de uma relação duradoura em ruínas. É muito divertido quando quer, e precisamente profundo na medida certa. Filmaço! Fui assistir sem saber absolutamente nada da trama, e isso foi a melhor coisa a ser feita.
A Odisseia (2026)
NNarciso Pereira20 de julho de 2026
Eu quase gostei de A Odisseia do Nolan, foi quase...

Antes de tudo é preciso registrar que eu não li o livro, eu não li a história original de Homero. E também que isso importa pouco para minha opinião sobre o filme de Christopher Nolan. Para mim, o filme é o filme, o livro é o livro. Cada linguagem artística carece de suas próprias técnicas para expressar a ideia/sentimento que o autor deseja. O desejo do autor é supremo para como a obra artística sera produzida, mas nunca é maior do que a percepção do público que recebe a obra. Pois ele a faz para ser vista por alguém. Por isso, os motivos que o público encontra para gostar ou não, achar boa ou ruim, uma obra, são sempre individuais, particulares.

No meu caso, eu não gostei de A Odisseia do Christopher Nolan por motivos diferentes de quem leu o livro. Eu não gostei (tanto) do filme por como o filme é em seu resultado.

Todos sabemos que o Nolan é um tecnicista, um fetichista da técnica, o que por si só já me enoja. O filme começa com Travis Scott interpretando um orador, um cantor de poemas, e isso eu achei excelente. Ele brada palavras seguidas de batidas com um cajado na mesa de madeira. Palavra e batidas. Essa cena estabelece uma coisa bem interessante, se Homero conta a história de Odisseu em poesia, em versos, Nolan vai tentar traduzir a mesma história contando os versos na montagem. Se Homero transforma uma história em poesia, Christopher Nolan traduz isso da maneira mais artística que ele consegue: com um artifício técnico. Óbvio. As cenas são montadas com um ritmo que parecem as palavras e batidas que Travis Scott faz no começo do filme. Mas o que no começo parecia um acerto de Nolan, vira um pesadelo. Pois esse ritmo de montagem se repete durante todo o filme. Até o final.

Isso também se dá por outro capricho técnico que Nolan aplica à produção de seus filme: o IMAX. Ele usa a câmera de IMAX 70mm para filmar todo o filme, é uma escolha, mas, que tem suas consequências. Essa tecnologia só consegue captar de 2,5 a 3 minutos de filme, o que faz com que as tomadas sejam muito curtas para um filme épico. O que quero dizer é que sua tradução técnica de um dos maiores poemas da história da humanidade é definitivamente uma escolha. Os cortes das cenas seguem as personagens até o último milésimo de segundo da fala, então corta para outra personagem e isso se repete. Por vezes vemos personagens conversando em um mesmo ambiente onde elas aparentam apenas estarem bradando ao vento, com inclusão de takes abertos de 1 segundo no meio da conversa. Nos separando da intimidade das conversas por um milésimo de segundo por uma causa técnica (é preciso incluir outros planos da mesma cena pois a duração do filme é pequena).

A escolha técnica por uma câmera que não permite longos takes atrapalha a sensação de passagem de tempo no filme. E isso é muito importante para o espectador, precisamos sentir que o tempo passou, que foram anos perdido no mar, e vermos isso em tela para além da barba e cabelos brancos que Matt Damon deixou crescer. Tempo de tela. Alongamento do plano. Técnica para revelar a poesia de Homero. E provocar no espectador esse sentimento. Nolan fez uma escolha, técnica, mas pra mim, incoerente com o que o filme precisava.

Tanto imagem quanto o texto me frustraram na Odisseia de Christopher Nolan. O primeiro por filmar espaços grandiosos, personagens grandiosos e não conseguir blocar eles juntos de forma grandiosa. E o segundo por construir um texto irrealista perante a proposta da história. Vamos ao texto...

Nolan torna Odisseu em um herói moderno. Ele não vence pelo justo merecimento da glória e tem orgulho disso, na verdade, ele está a serviço de uma ordem maior e suas habilidades heróicas são situacionais e calculistas. E para além disso, há o remorso... O Odisseu do Nolan é a figura do herói ressentido, do homem ressentido. Mas mais do que isso, é a figura do ressentimento americano. Mais uma vez, Nolan (e Hollywood) faz um filme sobre heróis de guerra com traumas e culpas pelos crimes de guerra que cometeram. É Oppenheimer tudo de novo. Só que como alegoria, dessa vez.
A Odisseia (2026)
AAnder Cover18 de julho de 2026
Independente de questões de adaptações, anacronismos e IMAX. Esse não é o primeiro filme do Nolan que carrega discussões como essas. Apenas pensando no filme em si:
- Dentro das quase 3 horas. Nolan alcança um outro patamar como realizador. Particularmente, um dos maiores méritos que seu antecessor "Oppenheimer" possuía era justamente o design e mixagem do som. Aqui, Nolan conseguiu superar este critério. O som (junto com visual - porém mais o som) é a grande qualidade do filme. Tudo fica ainda mais épico e imersivo, tudo fica mais amplo, tenso, quase semelhante à um ataque de pânico, e essa sensação desconfortável se deve ao excelente trabalho sonoro.
- Quanto às atuações, seguem protocolares como na maioria dos filmes de Nolan. São muitas estrelas e todas estão em sua devida dose (com exceção de Tom Holland que fica um pouco abaixo da maioria).
- Montagem continua seguindo o estilo Nolan de ser, no mesmo padrão desde seus primeiros filmes - o que acaba tendo suas qualidades de autor, porém com requintes de fadiga na repetição. O diferencial é que boa parte das sequências de ação apresenta um tempo longo, dando espaço para embarcarmos nessa tal odisseia.
- Dito isto, um dos melhores do ano, certamente. Porém no máximo entre os cinco melhores de Nolan, particularmente.
A Odisseia (2026)
IIsrael Jefté18 de julho de 2026
Vi a notificação disso só agora, então só vou deixar o link da minha review que já havia construído: https://www.peliplat.com/pt/article/10100487/the-odyssey-a-travessia-do-olhar?utm_source=copy&utm_medium=article&utm_campaign=share_article
A Odisseia (2026)
HHenrique.Maciel18 de julho de 2026
No fim das contas, A Odisseia de Christopher Nolan é um espetáculo de contradições. Ao mesmo tempo em que peca por esvaziar a profundidade de suas personagens femininas e hollywoodianizar o elenco, o longa se sustenta na força de sua execução técnica e na impressionante bagagem que Matt Damon traz para a tela. Ver esse Odisseu esmagado pela culpa tentar voltar para casa é o coração de um filme que, apesar dos tropeços narrativos, triunfa como espetáculo visual. Nolan pode ter deixado parte da alma do poema grego pelo caminho, mas nos entregou uma reimaginação moderna, tensa e puramente cinematográfica. Uma jornada imperfeita, mas que exige e merece ser vivida na maior tela de cinema possível.
A Odisseia (2026)
MModerno Veneza Cinema & Cultura17 de julho de 2026
A mitologia e a arte são instrumentos maravilhosos e incríveis. Elas atravessam séculos sem perder sua força porque falam sobre aquilo que nunca deixa de existir: o medo, o amor, o sacrifício, a esperança e a incessante busca por um lugar ao qual pertencemos. 'A Odisseia' nos lembra que, muitas vezes, voltar para casa não significa apenas percorrer um caminho, mas sobreviver a ele sem esquecer completamente quem somos. É essa capacidade da arte de transformar histórias antigas em sentimentos universais que faz obras como esta permanecerem vivas através do tempo, emocionando diferentes gerações e provando que alguns mitos jamais deixam de dialogar com a humanidade.

Por Natália Viana