
O Espelho (1975)★ 8.2/10
The Mirror
- Drama
- Biografia
Direção: Andrei Tarkovsky
Roteiro: Aleksandr Misharin, Arseniy Tarkovskiy, Andrei Tarkovsky
Um homem de quarenta anos relembra sua infância na Rússia em guerra por meio de memórias fragmentadas, sonhos e imagens de arquivo.
Artigos sobre isto
Ver tudo (18) ›
Tempo, memória e história: análise da linguagem de "O Espelho", de Andrei Tarkovsky
T

tunalucia28 de dezembro de 2023
0
“O Espelho”: esculpindo o tempo com Andrei Tarkovsky
T

tunalucia28 de dezembro de 2023
0
Capítulo 2 – Cruzando o limiar: uma exploração cinematográfica dos espaços liminares
C

CineBrick17 de maio de 2023
0
Películas para una despedida
D

Dani Boz1 de janeiro de 2026
0
Entender lo Bello que es no Entender: Un Perro Andaluz, de Luis Buñuel
J

José Zendejas4 de junho de 2025
4
1975, otro gran año para el cine
J

Julia González Dubkin30 de janeiro de 2025
0Elenco e equipe
Ver tudo ›
Margarita TerekhovaNatalya
Filipp YankovskiyAleksei - Five Years Old
Ignat DaniltsevIgnat
Oleg YankovskiyThe Father
Nikolay GrinkoPrintery Director
Alla DemidovaLisa
Yuriy NazarovMilitary trainer
Anatoliy SolonitsynForensic doctor
Larisa TarkovskayaNadezha - Mother of twelve-year-old Alexei
Tamara OgorodnikovaNanny
Yuri SventisovYuri Zhary
Tamara ReshetnikovaVídeos
Ver tudo ›Críticas
B
Ben_Spears9 de setembro de 2024
Ben_Spears9 de setembro de 2024Esse filme é uma verdadeira obra-prima. É incrível como eles usam cores, ângulos de câmera e poesia para contar a história. Cada parte do documentário é muito tocante e profunda. A Paixão de São João de Johann Sebastian Bach acrescenta ainda mais profundidade e beleza ao conjunto, o que o torna perfeito. Dá para perceber que Andrei Tarkovsky se inspirou em poemas haiku, que aparecem em todo o seu trabalho. É simplesmente incrível!
C
Carina_Bender9 de setembro de 2024
Carina_Bender9 de setembro de 2024Ingmar Bergman e Andrei Tarkovsky lidam com a memória de suas próprias maneiras. Bergman se aprofunda em sua psique, mostrando como as lembranças podem ficar emaranhadas e as emoções fora de controle. Por outro lado, Tarkovsky se concentra no mundo natural, usando coisas como água corrente, fogos ardentes e espelhos cintilantes para definir o tom e criar visuais de tirar o fôlego, ao mesmo tempo em que ilustra como pode ser complicado capturar emoções autênticas. Ao assistir a esse tipo de filme, me sinto como se estivesse espiando as memórias de outra pessoa — isso me faz sentir uma conexão com ela, mas também gera uma inquietude.
D
Dennis_Miranda9 de setembro de 2024
Dennis_Miranda9 de setembro de 2024Esta película es una verdadera obra maestra. Es asombroso cómo usan el color, los ángulos de la cámara y la poesía para contar la historia. Cada parte del documental es tan conmovedora y profunda. La Pasión según San Juan de Johann Sebastian Bach añade aún más profundidad y belleza a todo, haciéndolo perfecto. Se nota que Andrei Tarkovsky se inspiró en los poemas haiku, que aparecen por toda su obra. ¡Es simplemente increíble!
C
Conrad_Fletcher9 de setembro de 2024
Conrad_Fletcher9 de setembro de 2024Ingmar Bergman y Andrei Tarkovsky tratan la memoria de formas únicas. Bergman profundiza en tu psique, mostrando cómo los recuerdos pueden enredarse y las emociones descontrolarse. Por otro lado, Tarkovsky se enfoca en el mundo natural, usando cosas como agua que fluye, incendios que arden y espejos que brillan para establecer el tono y crear visuales impresionantes, al mismo tiempo que ilustra lo complicado que puede ser capturar emociones auténticas. Al ver este tipo de películas, siento que estoy espiando los recuerdos de otra persona; me hace sentir conectado con ellos pero también un poco inquieto.
B
Berta_Woods2 de setembro de 2024
Berta_Woods2 de setembro de 2024This movie is a true masterpiece. It's amazing how they use color, camera angles, and poetry to tell the story. Every part of the documentary is so touching and deep. Johann Sebastian Bach's St. John Passion adds even more depth and beauty to the whole thing, making it perfect. You can tell that Andrei Tarkovsky was inspired by haiku poems, which appear all over his work. It's just incredible!
A
Angel_Kim2 de setembro de 2024
Angel_Kim2 de setembro de 2024Ingmar Bergman and Andrei Tarkovsky both deal with memory in their own unique ways. Bergman goes deep into your psyche, showing how memories can get all tangled up, and emotions spiral out of control. On the other hand, Tarkovsky zeros in on the natural world, using things like flowing water, blazing fires, and shimmering mirrors to set the tone and create breathtaking visuals, all while illustrating how tricky it can be to capture authentic emotions. When watching these kinds of movies, I feel like peeking into someone else's memories - it makes me feel connected to them but also a little unsettled.





















