Irma Vep

Irma Vep (1996)★ 7.2/10

Not Rated · FR · 99 min · 15 de mayo de 1996

  • Comedia
  • Drama

Dirección: Olivier Assayas

Guion: Olivier Assayas

Maggie Cheung llega a París para protagonizar una remake de Les Vampires, dirigida por René Vidal, y se enfrenta a un caótico rodaje.

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Reseñas

DDouglas_Reyes2 de septiembre de 2024
Olivier Assayas creó una metapelícula que rinde homenaje a la Nouvelle Vague francesa, llena de elementos que los cinéfilos adorarían. El más icónico de estos es el casting de Maggie Cheung como ella misma. La película captura un sentido de desorientación tanto en el contexto de una actriz extranjera navegando en un nuevo entorno como en la transición surrealista de interpretar a un "héroe oriental" a un vampiro. Además, Assayas intenta expresar su dedicación al arte de hacer cine, con una escena de entrevista de prensa que casi se siente como una autodefensa. Sin embargo, la narrativa general es demasiado fragmentada, con muchas escenas que carecen de un propósito claro.
ZZane_Dillard2 de septiembre de 2024
Es evidente que Assayas siente una profunda admiración por Maggie Cheung. Ambas películas en las que han colaborado enfatizan fuertemente su presencia en la narrativa, ofreciéndole amplias oportunidades para brillar. El final es bastante juguetón, añadiendo una capa de intriga a la película.
LLee Rosal11 de octubre de 2025
Pode ser que no futuro eu reavalie minha nota e conclua que é fruto do exagero e calor do momento, mas metalinguagem cinematográfica é algo que curto demais. A figura do René Vidal, esse diretor obcecado e psicótico me intrigou muito e o fato desse papel ser entregue por Jean Pierre Leaud teve um certo peso nisso. Fiquei também totalmente hipnotizada por Maggie Cheung, os debates a cerca da atriz e seu personagem no filme com os mais diferentes pontos de vista carregam certa relevância, e sua tentativa sincera de se conectar com René me parecia loucura, uma certa loucura que eu ficaria escutando por horas a fio. E por fim, no amago da minha alma hispter (desculpa), aquela cena de Maggie ao som de Sonic Youth me pegou de surpresa demais, assim como a presença de "Bonnie and Clyde" som de Brigitte Bardot com Serge Gainsbourg. Fui embalada direitinho.
AAndrea_Solomon2 de septiembre de 2024
Olivier Assayas criou um metafilme em homenagem à New Wave francesa, repleto de elementos que os cinéfilos adorariam. O mais icônico deles é a Maggie Cheung interpretar ela mesma. O filme captura uma sensação de desorientação tanto no contexto de uma atriz estrangeira navegando em um novo ambiente quanto na transição surreal de interpretar uma “heroína oriental” para uma vampira. Além disso, Assayas tenta expressar sua dedicação à arte de fazer cinema, com uma cena de entrevista à imprensa que parece quase uma autodefesa. Entretanto, a narrativa geral é muito desconexa, com muitas cenas sem um propósito claro.
SSammy_Roman2 de septiembre de 2024
É evidente que Assayas tem uma profunda admiração por Maggie Cheung. Os dois filmes em que eles colaboraram enfatizam muito a presença dela na narrativa, o que lhe oferece amplas oportunidades de brilhar. O final é bastante lúdico, acrescentando uma camada de intriga ao filme.
EEdward_Jensen27 de agosto de 2024
It's clear that Assayas has a deep admiration for Maggie Cheung. Both films they've collaborated on heavily emphasize her presence in the narrative, offering her ample opportunities to shine. The ending is quite playful, adding a layer of intrigue to the film.
BBianca_Atkinson27 de agosto de 2024
Olivier Assayas created a meta-film paying homage to the French New Wave, filled with elements cinephiles would love. The most iconic of these is casting Maggie Cheung as herself. The film captures a sense of disorientation both in the context of a foreign actress navigating a new environment and in the surreal transition from playing an "Eastern hero" to a vampire. Additionally, Assayas attempts to express his dedication to the art of making cinema, with a press interview scene that feels almost like a self-defense. However, the overall narrative is too disjointed, with many scenes lacking clear purpose.

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