Laura

Laura (1944)★ 8.2/10

Approved · US · 88 min · 11 de octubre de 1944

  • Drama
  • Misterio
  • Film-Noir

Dirección: Otto Preminger, Rouben Mamoulian

Guion: Vera Caspary, Jay Dratler, Samuel Hoffenstein, Elizabeth Reinhardt, Ring Lardner Jr.

El detective Mark McPherson tiene la misión de desentrañar el misterioso asesinato de Laura Hunt. A medida que reconstruye su vida a través de los testimonios de quienes la adoraban, se obsesiona cada vez más.

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Premios · 1 premios, 4 nominaciones

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Reseñas

BBertram_Tate1 de junio de 2025
Me decepcionó un poco la revelación final: la inocencia de Laura parece demasiado conveniente, y el guion se aleja del tono amoral típico del noir para asegurar un final feliz. Aun así, el diseño visual de la película y sus momentos finales son deslumbrantes. Destaca como uno de los mejores clásicos en blanco y negro.
KKenneth_Weeks27 de mayo de 2025
Otro noir que no termina de sentirse como tal. Es ágil, de escritura aguda, y sus personajes son sorprendentemente tridimensionales. El misterio de asesinato puede resultar poco impactante hoy en día, pero la dinámica entre Laura y sus tres pretendientes es mucho más interesante. El director Otto Preminger favorece los planos largos y los cortes mínimos en las escenas de diálogo, dándole a la película un ritmo lánguido e hipnótico. El final ambiguo es uno de sus grandes aciertos.
FFábio Rockenbach11 de junio de 2026
Meu favorito de Preminger. Aqui tudo é superlativo pela maneira como qualquer uma das duas obras que existem dentro de um só filme circulam em torno da idealização de uma mulher que era menos ela do que, para todos os homens da sua vida, a mulher que eles idealizavam, principalmente entre o colunista e escritor que não apenas queria controlar ela como, intimamente, queria ser como ela, ou ao detetive que apaixona-se pela idealização de uma mulher assassinada, um retrato na parede que assombra e observa.
Gosto das duas metades dessa obra, a primeira pelo tom onírico, a segunda pela dubiedade que se ressalta dos diálogos deliciosos e da ótima construção de personagens. Lydecker é um dos melhores personagens do noir, um bon vivant arrogante que antecipa em muito o colunista high society que ganharia com Capote, nos anos seguintes, sua melhor representação real
KKarl5osca29 de mayo de 2025
Fiquei um pouco desapontada com a revelação — a inocência de Laura parece muito conveniente, e o roteiro se afasta da ambiguidade moral usual do noir para garantir um final feliz. Ainda assim, o design visual e os momentos finais do filme são impressionantes. Este se destaca como um dos melhores filmes clássicos em preto e branco.
EEdmund_Turner27 de mayo de 2025
Outro noir que não parece um noir. É rápido, escrito com precisão e seus personagens são surpreendentemente tridimensionais. O mistério do assassinato pode parecer desanimador para os padrões atuais, mas a dinâmica entre Laura e seus três admiradores é muito mais convincente. O diretor Otto Preminger privilegia tomadas longas e cortes mínimos nas cenas de diálogo, conferindo ao filme um ritmo lânguido e hipnótico. O final ambíguo é um destaque.
AAna_Powers26 de mayo de 2025
I was slightly disappointed by the reveal—Laura’s innocence feels too convenient, and the script veers away from noir’s usual fare of moral ambiguity to ensure a happy ending. Still, the film’s visual design and final moments are stunning. This stands out as one of the best classic black-and-white films.
PP3atrícia21 de mayo de 2025
Another noir that doesn’t quite feel like a noir. It’s brisk, sharply written, and its characters are surprisingly three-dimensional. The murder mystery may feel underwhelming by today's standards, but the dynamic between Laura and her three admirers is far more compelling. Director Otto Preminger favors long takes and minimal cutting in dialogue scenes, giving the film a languid, hypnotic rhythm. The ambiguous ending is a highlight.

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