Uma Batalha Após a Outra (2025) - Comentário
Críticas GeraisA mensagem do grupo revolucionário durante parte do filme hoje serve como contraponto e/ou espécie de revolta à política de Donald Trump, não só com imigrantes, totalmente perseguidos, mas também pelo uso do cargo para investigar opositores e prejudicar manifestantes.
Mas a ideia de ser uma revolução armada acaba custando um preço para o resto da vida de Perfidia (Teyana Taylor), que se relaciona com o psicopata do Coronel Steven Lockjaw, que faz com que ela traia seu grupo em troca de não ser condenada. Taylor, mesmo com pouco tempo de tela, rouba a atenção do show, fazendo até falta.
Com a saída da personagem, Bob (Leonardo DiCaprio) toma a frente da história, como um pai superprotetor que, para fugir do passado, se afunda em drogas e álcool. DiCaprio acerta o tom no drama e na comédia, provando que qualquer papel não é problema para ele.
Anos depois, começa um acerto de contas com o passado para consertar o presente. Bob, junto com sua filha Willa, volta a ser caçado pelo Coronel, agora promovido, que além de seguir as ordens mencionadas no começo do texto, usa o novo cargo para uso pessoal, tendo que corrigir um erro que ele mesmo cometeu ao se relacionar com Perfidia.
Paul Thomas Anderson, ao estabelecer todo esse caos na narrativa, transforma tudo em perseguição, caçada e resgate, numa ambientação de faroeste, como dito por muitos, sendo a maior parte do tempo um drama/thriller sem ser apelativo apenas para tiros e porradas, mas sim focado no que está custando caro aos seus protagonistas por causa de erros construídos no passado, que cedo ou tarde voltam a assombrar.









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