1899: 8 detalhes que você pode ter não percebido na série da Netflix
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Criada pelos mesmos idealizadores de Dark, Baran bo Odar e Jantje Friese, a série 1899 foi mais uma daquelas produções que chegaram para dar nós nas cabeças de seus espectadores. A obra, que acompanha a trajetória de vário passageiros europeus em um navio em que nada é o que parece, ofereceu diversos quebra-cabeças para os assinantes da Netflix montarem.
Porém, mesmo com o fim da série revelando boa pare de seus segredos, alguns detalhes ainda passaram batidos pelos olhos de muitos, já que 1899 está repleta de referências e pormenores.
Abaixo, portanto, confira 8 detalhes de 1899 que, talvez, você não tenha visto!
8 - Triângulos por todos os lados
Um dos símbolos mais recorrentes utilizados em 1899 é a figura do triângulo. Se você parar para pensar, ele aparece nos pôsteres da série, em diversas cenas distintas, em alguns objetos e até em segundo plano. E, claro, isso não foi à toa, visto que o elemento é um dica super importante para a resolução do mistério central do seriado.

O triângulo também é considerado a forma geométrica mais simples que existe e qualquer coisa pode ser construída a partir dele. E, como bem sabemos, 1899 é uma grande construção de realidade a partir de uma simulação.
7 - Números repetidos
Já parou para notar que a série apresenta diversas sequências de números ao longo dos episódios? Além do próprio nome da série ser um número, 1011 é um valor que persiste em diversas cenas. E o motivo para isso fica claro no final.

Como o que estamos vendo em 1899 é uma grande simulação, 1011 faz parte de um código binário (de programação mesmo, como o que vemos em sistemas de computadores), indicando desde o início o que a série da Netflix realmente significa.
6 - Movimento sincronizado
Como forma de dar mais dicas de que a trama vista em 1899 não passa de uma simulação, uma cena do primeiro episódio mostra uma espécie de "erro" na Matrix. A sequência em questão apresenta os passageiros levantando suas xícaras ou copos ao mesmo tempo para beber.
O movimento perfeitamente sincronizado indica um pequeno "glitch" na simulação. Um errinho na realidade criada por Maura. Você percebeu?
5 - Nomes dos navios
Os nomes Prometheus e Kerberos te lembram alguma coisa? Os títulos dos navios de 1899 também não foram escolhidos aleatoriamente. Ambas nomenclaturas têm origens gregas, mais precisamente de alguns mitos históricos da região.

Kerberos (Cerberus) é o cão de três cabeças que guarda o submundo. Já Prometheus é o Deus do Fogo que molda a humanidade a partir de argila e que desafia outros deuses ao dar fogo às pessoas.
4 - O besouro
Enquanto os navios de 1899 agregam referências à Grécia antiga, o besouro colorido que abre portas tem conexão com outro local: o Egito.

Como alguns podem ter percebido, o besouro, na verdade, é um escaravelho, nome comum dado às várias espécies de insetos coleópteros que pertencem à família Scarabaeidae. Eles são datadados desde o Egito antigo.
Eles eram considerados um sinal de renovação, que pode trazer consigo uma espécie de despertar. Algo que, como ficou claro, tem tudo a ver com a série.
3 - O controle remoto de Daniel
Desde o início, sabemos que Daniel é um personagem misterioso e, possivelmente, sabe muito mais do que parece. Ao longo da narrativa, descobrimos que ele possui um controle capaz de alterar certos aspectos da "realidade".
O item, portanto, desde o início, já nos dava uma importante dica: se a realidade não pode ser controlada por um controle remoto, o que poderia? Uma simulação, criada de uma maneira específica, por meio de códigos e programação.
Isso passou pela sua cabeça logo de cara?
2 - The Awakening
Nos episódios 1 e 7 de 1899, um item importante aparece em cena: o livro "The Awakening", de Kate Chopin, publicada no ano que dá título à série da Netflix.
O livro trata de temas relevantes através da personagem Edna Pontellier, que "desperta" socialmente enquanto navega por questões psicológicas e pessoais. O que, claro, faz uma referência clara à protagonista de 1899, Maura.
Afinal, quem está em um processo de despertar é justamente ela.
1 - O esconderijo de Elliott
Em 1899, após ser revelado que Elliott é filho de Maura e Daniel, vemos que o garoto se abriga em um tipo de esconderijo que, por dentro, parece um quarto infantil normal, mas que, por fora, é uma tumba/lápide.
Isso já deixa subentendido o destino do garoto, que morreu e está vivendo em uma simulação criada por sua mãe. Um sinal que, apesar de óbvio depois de explicado, pode ter passado em branco.








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