Boca a boca virtual: hora do Reality!
Críticas GeraisComo já comentamos (e enquanto alguns de nós certamente estão sentindo a ressaca), infelizmente, o carnaval chegou ao fim. Foi bonito, foi, foi emocionante, foi!
O lado bom é que, por aqui, as emoções não param- até porque, sou a primeira admitir: não perco a chance de ver um reality de vez em muito, acho necessário para esvaziar a cabeça e dar umas risadas das situações mais malucas em que as pessoas se metem por aí.
…Ou talvez alguns realities sejam simplesmente viciantes, e quando vejo, ops, viciei. Afinal de contas, cinéfilo também é filho de Deus, e um brasileiro raiz não perde a oportunidade de consumir barracos.

*mais Brasil que Inês Brasil?*
Só eu que…? Ah, tá. Sintam-se à vontade para comentar abaixo sobre, e se estou sozinha nisso, viu? Enfim.
Para quem não quer pensar em nada (quiçá cuidar dessa tal ressaca aí, ou não- não julgamos ninguém por aqui…), e para quem quer manter as emoções do carnaval rolando no melhor estilo ‘inimigos do fim’, se liguem aí nessas recomendações de realities para ‘fortalecer os irmão’:
→ “O Ultimato: Ou Casa ou Vaza” (2022 – )

Se você curtiu “Casamento às Cegas” e já achou aquela ideia toda maluca, ficou bestificado com várias cenas e tortas de climão, já sabe que esse novo programa dos mesmos criadores e estava pra chegar.
Chegou, e como! Não bastasse o título já bastante esclarecedor (talvez um dos raros casos em que o título BR ficou legal, aliás), o programa eleva o fator dramalhão trazendo mais uma inovação do formato “dating show".
Causando altas impressões.
Comandado também por Nick e Vanessa Lachey, o programa seleciona vários casais que estão indecisos sobre dar o próximo passo ou não… Pelo menos, um dos dois está. Sendo assim, os caras inventam de separar, misturar e “re-combinar” todos os casais durante semanas, para que no final cada pessoa decida qual rumo quer tomar.
Definição de eita atrás de vixe, só tenho a dizer isso.
| Onde assistir: Netflix |
→ “Namoro, Amizade… Ou Adeus?” (2019 -- ) & “O Crush Perfeito” (2020 – )


Aproveitem esse combo dois por um que é que nem ‘Black Friday’ no Brasil (sabemos, né?…); explico, esses dois realities de datezinho são, na verdade o mesmo. O primeiro é o original, americano, e o segundo é do Brasil (zil-zil-zil); não, não entendi também o por quê de serem títulos diferentes- o que importa é que o programa é bom.
O programa traz uma dinâmica muito legal e diferentona para esse formato: ele mistura pessoas de todos os tipos, etnias, backgrounds, e até idades (o que é um amor de ver, sério) e é total sobre conexões. Mas também sobre o oposto delas, o que rende várias risadas e alguns vários climões. É uma peculiaridade no sub-gênero date, rompendo várias normas do tipo de gente que se espera ver em realities assim.
| Onde assistir: Netflix |

Antes que venham floodar o inbox deste perfil, vamos tirar uma coisa da frente: sim, é constrangedor, sim, é bizarra a ideia e não, nem o carisma da Sabrina Sato salva. Mas eu senti o impulso de indicar justamente por isso, pra quem não perde a oportunidade de um programa ruim, e (Deus que me perdoe) de rir mais vezes “das" pessoas do que “com” elas, como costuma se dizer.
Porém há que se admitir que vale a pena só pela experiência de ver o resultado de literalmente 7 clones, pessoas parecidíssimas, como candidatxs a date e, potencialmente, relacionamentos, a cada episódio. E ver cada figura que os seleciona e porquê.
Conclusão: “Essa juventude de hoje em dia…”
| Onde assistir: Amazon Prime Video |
(P.S.: Enquanto isso, a “juventude de hoje em dia”…)

Porém, saindo agora da sessão amorzinho, garimpei umas outras curiosidades em forma de programas altamente recomendáveis por diversos motivos. São elas:
→ “Ultimate Beastmaster” (2017)

Um game-show daqueles, a mistura perfeita de adrenalina, emoção e tombos épicos. Competidores do mundo inteiro se enfrentam para encarar um curso de obstáculos brabíssimo, e cada temporada traz diferentes equipes de vários países.
Além da competição em si, vale a pena infinitamente procurar pela versão “Brasil” na busca, pois essas são as temporadas com comentários de ninguém mais, ninguém menos do que o comediante Rafinha Bastos e o boxeador Anderson Silva (que eu juro que a voz parece dublada!). Só isso, acredite, já dá o tom de ridículo que a gente precisa com essa dupla como comentarista; e, pra completar, apresentadores de outros países incluem até Terry Crews. Sim, o eterno Latrell, de “As Branquelas”.
(P.S.: sim, este é o Rafinha Bastos disfarçado de competidor quando deu na telha de tentar o percurso)

| Onde assistir: Netflix |
→ “The Circle” e, claro, “The Circle Brasil” (2020)


Com a 4ª temporada da versão original americana chegando aí no dia 4 de maio, esse é um programa bem do curioso que dividiu muitas opiniões por aí.
Isolados, um grupo de participantes passa um tempão se falando por mensagem, com várias dinâmicas pra movimentar o jogo e eles não se vêem pessoalmente, até praticamente o final. A pegadinha é: cada um que entra pode fingir ser quem quiser, é um jogo baseado quase que totalmente em panelinhas, na real, e acaba sendo um ‘experimento’ muito curioso.
Desnecessário dizer que a versão-br também vale infinitamente a pena, pra rolar de rir. Pra quem viciar mesmo, ainda tem uma versão francesa.
| Onde assistir: Netflix |
Por hoje, é só, sigo lembrando que a caixa de comentários está aberta 24h para novas recomendações, comentários, reações: até reclamação é livre! De brinde, divirta-se com os melhores momentos dos realities-br dos últimos tempos!









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