Juntos

Juntos (2025)★ 6.9/10

Together

R · AU,US · 102 min · 26 de janeiro de 2025

  • Horror
  • Romance

Direção: Michael Shanks

Roteiro: Michael Shanks

Tim e Millie buscam um novo começo no campo, mas as tensões aumentam quando uma força misteriosa ameaça o amor deles e a própria realidade.

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Críticas

CCésar F. P. Falkenburg26 de novembro de 2025
Chega a ser repetitivo dizer que o Festival de Sundance criou uma tendência de filmes que querem ser “espertinhos” e “anti-mainstream”, mas, a cada edição, exporta-se cada vez mais obras nesse molde. São títulos que se vendem muito bem nas pré-estreias, sustentados por uma estética chamativa, comentários críticos espalhafatosos como “o melhor filme do ano” ou por uma sinopse instigante. Juntos preenche todos esses requisitos, mas, como tantos antecessores, acaba caindo na mediocridade.

Para não cair na hipocrisia, Juntos é uma obra carregada de vontade de ser um filme de gênero, algo cada vez mais difícil em lançamentos recentes, assumindo o body horror como seu norte dramático e referenciando diretores que também trabalham com tal abordagem, como Cronenberg, Ducournau e até Fargeat.

Mas é justamente esse desejo de grandiosidade, vindo de um cineasta estreante, que abre a maior ferida da obra. O filme parece apressado em mostrar suas ideias, construindo a relação dos protagonistas de forma instável para tentar chegar a um final “com mensagem”. Isso acaba sacrificando o tempo necessário para criar a atmosfera de horror e o desenvolvimento dramático.

Preocupa-se mais com o resultado do que com a forma, esquecendo que um filme é um processo quase artesanal de tecer uma unidade linguística e narrativa.
LLee Rosal26 de outubro de 2025
Não estava esperando nada de Together, mas acho que ter ido sem ver trailer nem nada ajudou, em cada passo do desenrolar da história eu me perguntava o que mais poderia acontece ou qual solução encontrariam para aquele fato e foi hilário constatar o quão rápido tudo pode escalonar e dar errado. Entre a histeria e o humor, Together foi um ótimo entretenimento.
AA Krítica | Kauã Petean18 de setembro de 2025
Contém spoilers
“Juntos” se apresenta como uma experiência cinematográfica que remete, em muitos aspectos, a “Império dos Sentidos” (1976), sobretudo na forma como retrata o amor em sua vertente mais carnal. Aqui, o amor não é apenas sentimento, ele invade, corrói e se instala como um corpo estranho dentro de nós, modificando tudo ao redor. O filme se dedica a explorar essa intensidade, construindo um horror que nasce da intimidade, e não de sustos fáceis.

O mérito inicial da obra está em como o terror é arquitetado. Não há pressa em chocar nem em recorrer a jumpscares previsíveis. O medo é instaurado lentamente, a partir da atmosfera e da relação entre os personagens, permitindo que o espectador mergulhe na sensação de desconforto e na potência destrutiva de uma paixão que consome. Essa proposta poderia levar o filme a territórios mais ousados, explorando o amor como doença, mas essa linha acaba não sendo plenamente sustentada.

Quando os mistérios começam a se revelar, o longa perde parte de sua singularidade e cede a uma estrutura já conhecida do terror contemporâneo: o desfecho envolvendo um culto. Ao optar por esse caminho, o longa se afasta da questão central do amor como força avassaladora, dissolvendo parte da complexidade que vinha construindo. O que poderia ser uma reflexão sobre como amar pode ser tão destrutivo quanto fascinante, acaba se transformando em mais uma narrativa que recorre a fórmulas familiares.

Ainda assim, há elementos que tornam “Juntos” especialmente interessante. A relação do casal protagonista, vivido por Dave Franco e Alison Brie, que também são parceiros na vida real, traz uma veracidade ao casal. A química deles não apenas sustenta a trama, como potencializa a sensação de autenticidade do amor mostrado em tela. Esse aspecto confere ao filme um peso emocional que o diferencia, mesmo quando a narrativa se encaminha para soluções mais convencionais.

Em resumo, o filme que começa de maneira instigante, apostando na construção de um horror íntimo, nascido do amor carnal e de suas consequências. Porém, ao escolher o caminho do culto no desfecho, perde parte da força que poderia ter atingido, sacrificando sua ousadia inicial em troca de uma saída de roteiro previsível. O resultado é uma obra que flerta com a originalidade, mas termina presa às convenções do gênero.
LLucianoAvila30 de novembro de 2025
El mejor tipo de terror: el que amalgama su mitología con el desarrollo de un tema hasta volverlos indisolubles. Also: remera de King Gizzard
CCarlsBLN112 de novembro de 2025
El amor/apego jamás había sido retratado tan locamente.

El terror sigue comandando en el presente año, joyas tras joyas y esta está en esa lista. La opera prima de Michael Shanks presenta las vicisitudes de unos entregadísimos Dave Franco y Alison Brie (esposos en la vida real) durante su relación.

Con toques de comedia negra, arma un body horror brillante y turbulento, asqueroso, por igual. Una oda rarísima que promueve que en el amor verdadero se requiere unión, "ser uno solo", hasta literalmente.
YYagoo Borba8 de novembro de 2025
Una completa pérdida de tiempo y dinero para cualquiera que haya ido a verla al cine. No hay terror en esta película; a lo sumo, es un misterio. Le falta lo que tanto prometían: ¡escenas de terror!
RRosgreiny Barrios21 de outubro de 2025
Contém spoilers
Esta película de verdad que no es terror tradicional, leí acá un artículo muy interesante sobre ella y la forma en la que realmente se ha transformado el miedo en la actualidad. Vista desde la perspectiva psicológica, la dependencia emocional insegura, la pérdida de la individualidad y la toxicidad en una relación es algo que nos arropa en estos tiempos, el tipo de terror que se evidencia, no es nada más lo sobrenatural o rituales satánicos que buscan apoderarse y atormentar a los protagonistas, sino esa sensación de co-dependencia, esa necesidad imperativa de estar pegados el uno al otro, eso es algo realmente aterrador; me hace preguntarme ¿Cómo es posible que un individuo pierda o transforme su esencia de una manera tan aterradora?, y lo peor del caso es que ésta es solo una analogía e historia ficticia pero que estoy segura que muchos hemos visto en la vida real. Uff realmente aterrador y una película interesante si logras captar el mensaje.
EEvelyn Sanmartín15 de outubro de 2025
Esta película le viene como anillo al dedo a una generación en la cual el significado del amor esta cada vez más diluido, más trastornado, más enrevesado y yo diría que hasta un tanto olvidado. Together no es bizarra solo para el deleite de unos cuantos raritos que disfrutamos del horror corporal, en realidad, creo que entre la extraña naturaleza de este film se esconden muchos miedos, preguntas y dudas sobre lo que el amor representa, no solo se trata de amar sino de todo lo que aquello conlleva: La pérdida de la individualidad, el sacrificio, el miedo al abandono, etc.
¿En donde están los límites del amor?, ¿Hasta donde estamos dispuestos a llegar en su honor?, porque si de no existir límites... ¿Estaríamos frente a la verdadera y máxima representación del amor?
Creo que esta película juega entre una delgada línea entre lo romántico y lo grotesco, con un tinte cómico que aligera todo el asunto, y eso me parece encantador.
Una historia, que para mi gusto, es digna de llevar el título como una de las mejores del año, pues hay: buenos efectos, bueno sonido, buenas interpretaciones y sobre todo muy buena historia.
VValeria Venegas Salinas5 de outubro de 2025
Interesante, pero el final es muy "meeh". No sé qué esperaba, pero no era eso.
PPaul Gamarra Geronimo2 de outubro de 2025
Bueno
AAlma Raquel Alonso Lucena25 de setembro de 2025
Together, en específico, utiliza el subgénero del body horror para hacer una crítica a las relaciones de pareja, en un mundo heteronormado.
Me parece que cumple con su función para darnos su mensaje sobre la CODEPENDENCIA, y a la vez, es inteligente en NO resolver nuestro imaginario (los huecos que nos deja a propósito).
Lo importante es EL FONDO, el filme nos está escupiendo lo terrible que es, perder nuestra individualidad por el otro.

Aspectos negativos: Todavía no termino de asimilar el humor en momentos de tensión, ojo, no está mal, sin embargo, el humor empleado no aporta nada a la trama.
CCharlie_Powell18 de setembro de 2025
By turning bodily transformation into a metaphor for emotional attachment, the film finds an inventive way to examine intimacy. While many dramas try to unpack the tangled mix of love and hate, control and dependence, acceptance and rejection, this one uses body horror to make those elusive, often unspoken feelings brutally tangible.

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