Amor à Tarde

Amor à Tarde (1972)★ 7.9/10

L'Amour l'après-midi

R · FR · 97 min · 1 de setembro de 1972

  • Comédia
  • Drama
  • Romance

Direção: Éric Rohmer

Roteiro: Éric Rohmer

Frédéric, um homem casado, é tentado pela ideia de ter um caso quando reencontra Chloé. Dentro dele, surge um dilema: seguir seu desejo ou permanecer fiel ao amor.

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Críticas

LLee Rosal12 de novembro de 2025
Aqui temos situações levemente parecidas, ou melhor, dilemas levemente parecidos, mas personagens amadurecidos, e em outro patamar em suas vidas e relacionamentos. É até bacana o respirar aliviado ao descobrir que em certo ponto em nossas vidas, somos cúmplices da criatividade dessas pessoas ficção.
MMorgan_Wade4 de maio de 2025
A perspectiva de Rohmer está longe de ser objetiva. O público não sabe mais do que os personagens; em vez disso, a autoavaliação do protagonista molda continuamente a nossa percepção. Esta é uma experiência em primeira pessoa, não uma observação imparcial. Rohmer não observa de fora — ele elimina completamente o observador, deixando os personagens verem e falarem por si próprios. E neste filme a voz que prevalece do início ao fim é inconfundivelmente a do protagonista masculino.
OOwen_Gaines28 de abril de 2025
Rohmer elabora seu filme com desenvolvimentos minimalistas de personagens e um enredo simples, mas sua atenção meticulosa ao diálogo revela a essência de seus personagens. O protagonista nunca afirma explicitamente: “Estou em conflito”. Em vez disso, enquanto ele passa suavemente a mão pelas costas nuas de Chloé e murmura: “Eu amo minha esposa”, podemos entender seu conflito interno.
DDrew_Kidd3 de maio de 2025
La perspectiva de Rohmer está lejos de ser objetiva. La audiencia no conoce más nada que a los personajes y, de esta forma, la evaluación personal del protagonista moldea continuamente nuestra percepción. Esta es una experiencia en primera persona, no una observación independiente. Rohmer no observa desde el exterior; elimina al observador directamente, dejando a los personajes para que vean y hablen por sí mismos. Y en esta película, la voz que prevalece del comienzo al final es sin duda la del protagonista.
BBerniece_Horton28 de abril de 2025
Rohmer construye su película con desarrollos de personaje minimalistas y una trama simple, pero su meticulosa atención al diálogo revela la esencia de sus personajes. El protagonista nunca declara explícitamente: "Tengo un problema". En su lugar, mientras pasa su mano gentilmente por la espalda desnuda de Chloé y murmura "Amo a mi esposa", entendemos su crisis interna.
AAsha_Kennedy28 de abril de 2025
Rohmer's perspective is far from objective. The audience knows no more than the characters; rather, the protagonist’s self-assessment continuously shapes our perception. This is a first-person experience, not a detached observation. Rohmer does not observe from the outside—he eliminates the observer altogether, leaving the characters to see and speak for themselves. And in this film, the voice that prevails from start to finish is unmistakably that of the male protagonist.
BBelle_Caldwell22 de abril de 2025
Rohmer crafts his film with minimalist character developments and a simple plot, yet his meticulous attention to dialogue lays bare the essence of his characters. The protagonist never explicitly states, "I'm conflicted." Instead, as he gently runs his hand along Chloé's bare back and murmurs, "I love my wife," we understand his inner turmoil.

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