
Mortal Kombat II (2026)★ 6.6/10
- Acción
- Aventura
- Fantasía
- Ciencia Ficción
Dirección: Simon McQuoid
Guion: Jeremy Slater, Ed Boon, John Tobias
Los guerreros más queridos, incluyendo a Johnny Cage, luchan juntos en un combate definitivo contra el malvado Shao Kahn, cuyo reino amenaza con destruir la Tierra y a quienes la protegen.
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StevenCsMovies15 de julio de 2026
User-150339643812345gabo27 de mayo de 2026Buena persona 7y66666666666666677767677766666666666666666666666666666666666666666hiooooolgat555555555gatt5555555555555555
Lucas Tinoco/ Crítico 7 de mayo de 2026Nesta quinta-feira, dia 7 de março, finalmente a continuação do, nem tão aclamado, “Mortal Kombat”, será lançada. Com diversas especulações sobre, principalmente envolvendo o quesito de produção e investimento, já é possível de se dizer que o novo filme da franquia, não tão sucedida até agora, entendeu como um jogo digital funciona.
A trama segue mais uma vez a história de Raiden e seu grupo de lutadores defensores da terra, assim como a obra de origem, precisando recrutar um novo lutador, Johnny Cage. Será que ele estará preparado para combater as forças da Exoterra ou será que Cage morrerá tentando?
É importante destacar, logo de imediato, que com a direção de Simon Mcquoid temos um filme que reconhece o que é um videogame de luta, mesmo com a primeira entrada turbulenta.
"Mortal Kombat II", mesmo obtendo tal simplória sinopse, nem ao mesmo tem fluxo narrativo. Aqui há uma história de fachada, com o intuito somente de uma série de, francamente, pancadaria, eufórica e extenuante de qualquer comportamento racional, o que é muito respeitável em uma época onde tudo que sai nas grandes telonas é algo aparentemente complexo, mesmo não sendo.
O longa, através de suas quase duas horas, que mais parecem uma com uma série de batalhas extremamente bem coreografadas, diferente de seu anterior, acaba por ser uma jornada ao maior estilo “Little Trouble in Big China”, inclusive fazendo referência ao mesmo, o mais próximo do que é possível de se fazer hoje em dia.
Johnny Cage assume, a priori, a posição de personagem principal, com seus olhares, gestos e trejeitos espalhafatosos, muito bem incorporados por Karl Urban, mas logo o longa segue outras direções. Cage some, dá espaço a Liu Kang, Sonya Blade, Kano, Baraka e todo o mini cosmo feito por essa mistura maniqueísta de bem e mal feita na configuração inicial desse hall de figuras caricatas.
Diferente do que se espera do cinema atual, inclusive, tudo se mostra cafona. O figurino quase barroco, os cenários à lá anos 80, as escolhas sonoras retrô e com elementos eletrônicos e a fotografia que coroa, com suas cores vibrantes e contrastantes, essa totalidade de breguice acabam criando a atmosfera mais nostálgica digital possível, o que, em essência, se mostram os próprios jogos da numerosa franquia. Breguice, briga e sangue é o que se denomina.
Apesar de, claramente, estar associado a grande parte das forças-matriz que geraram a concepção desse universo mortal e perigoso, o novo filme da franquia se poupa um pouco da extrema sanguinolência. Tudo é muito diluído, afinal, um filme de estúdio, atualmente, não teria como replicar os mesmos níveis de brutalidade proposto por qualquer outro segmento artístico ou até mesmo dentro da própria história cinematográfica. Isso faz com que seu estilo próprio seja minimizado, mas tudo que incorpora a sua essência ainda está contido em si.
Ao final, “Mortal Kombat II”, com uma narrativa inexistente, aplica tudo possível em estética, estilo e formato. O longa entende a configuração das brigas de videogame, suas constantes repetições de golpe e sequências rápidas e faz da estética o filme por si, sem necessitar de tanta maestria em sua história, mas em como mostrar um jogo de pancadaria constante em cinemas.
Charlas sobre esto
Lucas Friesen7 de mayo de 2026¿Alguien está emocionado por Mortal Kombat II?
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