Ella dijo

Ella dijo (2022)★ 7.6/10

She Said

R · US · 129 min · 13 de octubre de 2022

  • Crimen
  • Drama
  • Historia

Dirección: Maria Schrader

Guion: Rebecca Lenkiewicz, Jodi Kantor, Megan Twohey, Rebecca Corbett

Megan Twohey y Jodi Kantor, reporteras del New York Times, cuentan una de las historias más importantes que ayudaron a iniciar el movimiento #MeToo y a romper décadas de silencio en torno a las agresiones sexuales en Hollywood.

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Reseñas

CCarlsBLN115 de noviembre de 2025
Como reseña de esta cinta solo citaré parte de mi canción favorita de Aitana:

"Son miles de historias que están enterradas en un cajón.
Son tantos gritos que no escucha nadie.
Tantas preguntas tan inevitables.

¿Cómo logramos que cuando haya un beso solo sea uno de esos que no te hacen daño?
Que de un abrazo todo el mundo salga ileso.
Que no esté mal quedarnos solas entre extraños.

¿Cómo hacemos que cualquier mirada siempre esté librada de interpretaciones?
Que ni una más deba permanecer callada.
Que ni una más sufra por dobles intenciones.
Ni una más, ni una más."
EEntertainment Overview8 de octubre de 2024
La dirección nos introduce en un tono serio y nos permite sentir la misma frustración e impotencia de los personajes. Los diálogos también dan en el clavo al traer aún más temas a la conversación y puntos de vista de las consecuencias de este problema, que nosotros como espectadores nos toca analizar.
BBeatriz Calado16 de septiembre de 2025
o filme é daqueles que te faz lembrar o porque o jornalismo é tão necessário.
ele é bem extenso, mas todas suas cenas são importantes e mostram a força da investigação e da coragem de mulheres que decidiram falar.
MMariana P Garcia16 de septiembre de 2025
Um filme com uma temática sensível que carrega respeito e sensibilidade tanto com as vítimas como com a trajetória das repórteres envolvidas. A humanidade presente em “Ela disse” me fez em muitos momentos ficar tensa e esperançosa, mas a todo instante aguardando a certeza do momento em que a matéria finalmente seria publicada e todas aquelas mulheres seriam ouvidas. Uma excelente denúncia de uma triste realidade, mas que precisa ser assistida de novo e de novo!
Aanabcarvs16 de septiembre de 2025
Acho importante deixar claro a posição que ocupo: sou uma garota de 18 anos, estudante do segundo semestre de Jornalismo. Meu emprego dos sonhos? Redatora do New York Times.
É de se pensar que com esse contexto, tudo o que engloba esse filme captou minha atenção, curiosidade e compaixão só pelo trailer.
O que me surpreendeu foi que não me identifiquei apenas como aspirante a jornalista, posição executada pelas personagens principais da obra. A cada minuto que passava, me enxergava no lugar das vítimas e meu coração doía.
O filme é lindamente produzido. Embora seja longo, não é nem de perto cansativo.
A história é bem contada, o roteiro é maravilhosamente produzido, a escolha de elenco foi genial. A trama trata de um tema complexo, sensível, atual e pesado, mas ainda assim foi exibido com exímia delicadeza.
Só tenho elogios, me encantei pela obra.
IIsabella Reis16 de septiembre de 2025
Com muita sensibilidade, “She Said” aborda alguns dos maiores medos que uma mulher pode sentir, e faz isso com delicadeza – dentro do possível. A determinação que as personagens carregam durante todos os minutos da trama seguram a atenção do espectador, o que é interessante, tendo em vista que o assunto abordado é extremamente pesado. E, claro, a direção feminina faz toda a diferença.
BBia mb16 de septiembre de 2025
Achei importante a reportagem ter ultrapassado o campo textual e virar filme. As pessoas precisam saber sobre, ter acesso a essas informações que querendo ou não, estão presentes em todos os campos sociais. A maneira como as jornalistas lidaram, trabalharam e abordaram as vítimas, foi inspirador. Como futura jornalista, me senti incomodada mas principalmente inspirada!!
JJuliana Duarte Sanches16 de septiembre de 2025
Enquanto mulher, passei o filme inteiro com muito ódio e desconforto. Todas nós já passamos ou conhecemos alguém que passou por algum tipo de assédio, então é impossível não se sensibilizar. Enquanto jornalista, reforça a vontade de querer contar histórias que possam trazer luz para situações importantes. Ter uma direção feminina fez total diferença na forma como a narrativa se constrói.
LLeticia Lopes16 de septiembre de 2025
Contiene spoilers
O filme aborda jornalistas em busca de um grande furo, revelar uma série de assédios sexuais, morais e psicológicos.
O apoio fundamental de toda a equipe de jornalistas e suas famílias, tornou possível que as repórteres pudessem seguir em frente com o projeto e ir atrás das mulheres para que as mesmas pudessem, finalmente, terem voz de denunciar.
Essa produção aborda temas de grande importância e que devem, cada vez mais, serem discutidos. Acredito que todas as pessoas deveriam, ao menos uma vez, assistir o filme e refletir sobre essas questões tão importantes nos dias de hoje.
Mmaricamargo16 de septiembre de 2025
O filme, com debates sobre assuntos assuntos pesados e difíceis de abordar, mostra com respeito e empatia sobre um dos maiores escândalos de Hollywood das últimas décadas, e a transparência sobre processo da investigação jornalística realizada para que as vitimas tenham justiça, o que foi muito interessante para quem quer se aventurar nesse mundo do jornalismo e os desafios que os profissionais enfrentam.
UUser-146576018016 de septiembre de 2025
O filme aborda a investigação de duas repórteres do New York Times sobre o caso de Winstein e seus abusos e perseguições contra mulheres no ambiente de trabalho. A história mostra como a persistência na luta em cima das dores que essas mulheres sofreram pode levar à exposição de casos de violência e proporcionar mudanças significativas na sociedade e maneira como essas situações são retaliadas.
CCinéfila Consumidora16 de septiembre de 2025
Havia ouvido falar primeiramente do livro enquanto estudava para o vestibular e, agora tendo a chance de conferir sua adaptação cinematográfica de forma tão crua e resiliente, me fez sentir uma gama de emoções como em primeiro lugar a vontade de estar junto dessa luta por direitos de mais mulheres dentro de seus ambientes de trabalho e que estes lugares ofereçam o devido respeito e segurança. Por fim, mesmo não me vendo como uma jornalista ou repórter investigativa, me identifiquei primordialmente no fato de a escrita ser usada como uma ferramenta poderosa e um manifesto que dê bons resultados.

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